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É hora de pensar nos pequenos


É hora de pensar nos pequenos

Com a proximidade do Dia das Crianças, portanto, todas as atenções da mídia e do comércio estão voltadas para o público infantil. A data é uma das mais importantes do varejo, chegando a superar o Dia das Mães e o Dia dos Namorados.  De acordo com dados da Ebit, o faturamento do e-commerce nessa data chegou a R$ 1,66 bilhão em 2016, com um tíquete médio de R$ 408. Apesar de não serem os compradores diretos, as crianças têm um grande poder de influência sobre as compras dos adultos. Segundo pesquisas, no Brasil as crianças influenciam em até 80% as decisões de consumo das famílias.

Aproveitando essa realidade, as empresas investem em campanhas publicitárias no intuito de chamar a atenção para esse público, que buscam produtos muito específicos.

Um dos pontos fundamentais para uma boa estratégia de marketing é usar a linguagem infantil, para que o público-alvo entenda e se interesse. Apesar de verbos imperativos — como “peça”, “compre” e “adquira” — serem proibidos (alega-se que o processo de compra deve passar por uma reflexão, e criança não é capaz de realizá-lo), os publicitários se empenham para falar a língua da alegria, do sorriso, da imaginação, da criatividade, da brincadeira e da diversão.

Embora os filhos sejam influenciadores, os pais é que são os decisores da compra. Então, você precisa também despertar a confiança deles. Não é à toa que muitas empresas de outros nichos começaram a aproveitar a data para também aumentar suas vendas.

Porém, alguns cuidados devem ser seguidos ao planejar a ação de marketing. Deve-se seguir uma série de normas para criar uma campanha ética e legal no Dia das Crianças, como merchandising em programas infantis. Também não se deve estimular o pequeno a hábitos não saudáveis, encorajando o consumo de alimentos e bebidas que não faça parte de uma alimentação saudável e nem estimular o consumismo de nenhum produto.

Se alguma campanha destinada às crianças desrespeitar as normas acima, pode ser denunciado ao (CONAR) (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e ao PROCON bem como procurar as ONGs de defesa da criança e do adolescente.

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